Douglas Oliveira Donin é advogado, cético, liberal, democrata, capitalista, utilitarista e sul-riograndense de Porto Alegre.
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Comentários dos Leitores

[...] advogada evangélica renuncia à representação para não “entrar na vara” [...]

Quero lembrar que de nada tem de imoral na palavra “vara”. A imoralidade esta na cabeça dessa pobre coitada de deixa de exercer a função por ela escolhida baseada em palavras infames proferidas por aqueles que se dizem ´”povo de deus”

tem todo o meu apoio, pois, o portugues tornou-se um a sessão interminável de palavrões. ex: meus filhos me dizem “estou varado de fome” lá vem a vara. o outro chega e me diz “mãe varei a noite” lembro da minha avó gritar (estou com 34 anos) “vou te descer a vara” ah e tem outra que eu adoro “varinha mágica” com tanta vara eu me desesperei pois sou viuva e me lembrei de alguma coisa que não devia. Se o que ela diz como evangelica é verdade já tenho um passorte direto para o INFEEEEEEEEEEEEEERNO.

É, eu concordo: para mulher entrar na Vara, só se a Vara for de Família.

O resto é uma sem-vergonhice sem tamanho (ou com tamanho, dependendo da vara). A Vara da Infância e da Juventude, por exemplo, é pequenininha.