Quem será?
Quem será este casal?

Antes de tudo, não, não se trata dos humoristas de certo quadro da Zorra Total (”tô louco, tô louco, tô louco”), a despeito da óbvia semelhança capilar e pela indumentária da moça. Também não se trata de foto antiga da Maria Bethânia.
Aqui vão as dicas:
- Apoderaram-se da máquina pública para tentar extinguir ciência legítima dos currículos escolares de um certo estado da Federação, susbstituindo-a por uma interpretação fanática e literal da mitologia cristã, impedindo o acesso das crianças em idade escolar aos fatos e teorias amplamente aceitos como verdadeiros pelo mundo civilizado;
- Presbiterianos, fizeram passar lei flagrantemente insconstitucional que obriga a contratação de professores de religião para o Estado depois de devidamente indicados e avaliados pelas suas confissões religiosas;
- Em 2005, ela foi condenada pela Justiça Eleitoral à inegibilidade por um prazo de três anos, a contar de 2004, por considerá-la culpada das acusações de abuso de poder econômico e político, uso da máquina pública, clientelismo e distribuição de dinheiro sem origem comprovada durante as eleições anteriores. Após, juntamente com seu marido, foi condenada judicialmente por distribuir, “com recursos públicos e fins eleitoreiros”, segundo a sentença judicial, cestas básicas, casas a um real, dinheiro para compra de votos e kits escolares em campanha, sendo enquadrada no artigo 41-A da Lei eleitoral. Em 2006 o casal foi novamente acusado de cometer crimes, beneficiando e sendo beneficiados por dinheiro irregular em campanhas eleitorais. Como a imprensa, de um modo geral, mostrou indícios de que eles teriam recebido dinheiro impróprio para as suas campanhas, ele recentemente se declarou vítima de parte da imprensa e apelou para uma estratégia reivindicatório-alimentícia das mais patéticas para se passar por vítima.
E aí, já sabem que são eles?



Do barracão ao Palácio Guanabara… E viva Jesus!